Vendas crescem 9,5% no 1º semestre de 2024 na região
Foto: Sincovat As vendas do comércio varejista no Vale do Paraíba e Litoral Norte atingiram R$ 32,2 bilhões no 1º semestre de 2024, crescimento de 9,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Foi a maior porcentagem já registrada para um 1º semestre desde 2008. A análise do Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté [...]

Foto: Sincovat
As vendas do comércio varejista no Vale do Paraíba e Litoral Norte atingiram R$ 32,2 bilhões no 1º semestre de 2024, crescimento de 9,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Foi a maior porcentagem já registrada para um 1º semestre desde 2008.
A análise do Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté e Região (Sincovat) foi feita com base nos dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), elaborada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) a partir de informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP).
Em relação aos primeiros seis meses de 2023, oito das nove atividades pesquisadas exibiram crescimento. Além disso, para seis delas foi o melhor 1º semestre da história em termos de vendas: autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecidos e calçados; e supermercados. Apenas o varejo de materiais de construção apresentou queda no faturamento, mas deve-se destacar a base forte de comparação dos anos anteriores.
Em junho, o faturamento do setor na região alcançou R$ 5,7 bilhões, crescimento de 13,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado e a maior cifra para o mês desde 2008. No acumulado dos últimos 12 meses, o faturamento real aumentou 8,4%.
“Mais uma vez temos que citar o aumento geração de vagas com carteira assinada para justificar esse bom momento das vendas. Mais pessoas trabalhando, mais gente com capacidade de consumir. Poderia estar ainda melhor se o cenário de juros elevados e de famílias endividadas estivesse mais adequado, pois esses fatores desestimulam as vendas de bens duráveis e os segmentos de materiais de construção, um dos poucos setores que não apresentaram um bom desempenho neste primeiro semestre”, explica o presidente do Sincovat e vice-presidente da FecomercioSP, Dan Guinsburg.
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